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Balneabilidade 2017-18

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QUALIDADE AMBIENTAL

BALNEABILIDADE


Torres - Foto: Glaucus Ribeiro

Balneabilidade é a capacidade que um local tem de propiciar, em suas águas, o banho recreativo e a prática de atividades esportivas, tais como natação, esqui aquático e mergulho. Nessas situações ocorre o contato direto e prolongado do usuário com os corpos de água (recreação de contato primário), sendo que as chances de ingestão de água são elevadas. Portanto, a saúde e o bem-estar humano podem ser afetados pelas condições de balneabilidade.

Para a avaliação da balneabilidade são monitorados indicadores e seus valores confrontados com padrões pré-estabelecidos, para que se possa identificar se as condições de balneabilidade em um determinado local são favoráveis ou não, relacionando com a existência da contaminação por esgotos sanitários e a sua interferência no bem estar e saúde da população.

No estado é monitorada a bactéria Escherichia coli, também chamada de E. coli, naturalmente encontrada no intestino das pessoas e animais de sangue quente, sem que sejam percebidos sintomas. Quando presente em grandes quantidades ou quando a pessoa é infectada por um tipo patogênico de E. coli, é possível que surjam sintomas intestinais, como diarreia, dor abdominal e enjoos.

Em alguns pontos de monitoramento da balneabilidade, localizados em águas doces é realizada a análise de cianobactérias com objetivo de verificar a ocorrência de proliferação ou excesso de cianobactérias (floração). As cianobactérias são organismos potencialmente produtores de toxinas (hepatotoxinas, neurotoxinas e dermatotoxinas), que podem levar a intoxicações agudas ou crônicas.

Base Legal:

A FEPAM monitora a qualidade das águas das praias e balneários, segundo os critérios estabelecidos na Resolução CONAMA nº 274, de 29 de novembro de 2000, que define as águas doces, salobras e salinas em Próprias ou Impróprias para banho; e a Resolução CONAMA Nº 357, de 17 de março de 2005, considera que as águas podem ser destinadas à recreação de contato primário quando a contagem de cianobactérias for de até 50000 células/ml ou 5mm³/L.

Histórico:

O Projeto Balneabilidade é executado pela FEPAM anualmente no período do verão, desde 1979/1980. Iniciou no Litoral Norte, nos balneários de Torres a Quintão, depois nos balneários do Lago Guaíba, na Laguna dos Patos (Costa Doce), nos balneários dos municípios de Pelotas, Rio Grande, Santa Vitória do Palmar e nos balneários das Bacias Hidrográficas do Guaíba e do Uruguai. Recentemente foi incluído o balneário Mostardense e Tavares.

As coletas e análises das águas para o período do verão 2021/2022 serão realizadas pelo laboratório da FEPAM, nos balneários do Litoral Norte, e pela CORSAN, nos demais balneários do Estado. No próximo verão serão monitoradas as condições de balneabilidade em 82 praias e balneários distribuídos em 42 municípios. O monitoramento terá duração de 16 semanas, a partir de 14 de novembro de 2021 até 01 de março de 2022. Os resultados (PRÓPRIO ou IMPRÓPRIO ao banho) serão divulgados nas sextas-feiras a partir da 5ª semana do início do monitoramento. Ocorrerá pelos sites da FEPAM, SEMA, Instagram, Facebook, pelas placas de divulgação nos locais de acesso aos balneários e pelo Web App BALN, http://balneabilidade.rs.gov.br , podendo ser salvo como atalho no smartphone.


Municípios integrantes do Projeto Balneabilidade 2021/2022. SIGEO/FEPAM.

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